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Meu pedacinho de chão às margens do Rio Itapecuru

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                                               Meu pedacinho de chão às margens do Rio Itapecuru                                                                                      Assenção Pessoa Nesse mês de outubro celebramos a fundação da Vila de Itapecuru Mirim. Compreender a formação de uma vila pelo contorno geral do seu Estado é ressignificar um conceito português pelo olhar de uma itapecuruense. Dia 20 de outubro de 2025, Itapecuru Mirim completou 207 anos de Vila. Mas o que seria uma vila na concepção portuguesa, senão um  reflexo do sistema administrativo e territorial do Império Português em Portugal e no Brasil, integrando m...
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  ENTENDENDO A HISTÓRIA Itapecuru Mirim: sua gente, sua história (Pessoa, 2015)  “A região, inicialmente habitada por indígenas, viu a chegada de portugueses e a construção dos primeiros engenhos, como o Engenho do Itapecuru”. A primeira referência histórica sobre Itapecuru Mirim, que se tem registro data de 1648, e refere-se à consulta do Conselho Ultramarino ao Rei D. João IV, acerca da mudança da sede do Governo de São Luís/MA, para Itapecuru Mirim (Buzar, 2013). Em 25 de agosto de 1768, foi enviado ao Rei de Portugal, D. José, um pedido dos moradores da Ribeira do Itapecuru, para expedir um alvará de confirmação da vila, datado de 12 de setembro de 1767, no entanto ficaram por mais de 50 anos sem respostas. Mas, o núcleo de Itapecuru Mirim entre os anos de 1795 a 1808, cresceu e passou a se chamar Arraial da Feira, localidade onde se juntavam boiadas para serem negociadas nas fazendas, proporcionando dessa forma, o sustento dos lavradores, bem como dos habitantes do po...
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                                                                          Foto: Luís Lopes de Mendonça e Filomena Suzana Lopes   LUÍS LOPES DE MENDONÇA                        UM DESBRAVADOR FERROVIÁRIO NO PROGRESSO DE ITAPECURU MIRIM/MA.   Luís Lopes de Mendonça nasceu em 5 de agosto de 1890 no Estado da Paraíba, sertão paraibano. Filho de família pouco abastarda, e devido à falta de terras e sem condições de produzir os alimentos da agricultura de subsistência, Luís Lopes foi obrigado a sair de casa muito jovem por longos períodos, em busca de trabalho braçal nas fazendas de algodão, outras plantações e pecuária.   Cansado de trabalhar com mão de obra barata em troca de alimentos ou salários ir...